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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Helloween - Straight Out of Hell 2013


Tracklist:
1. Nabataea – 7:03
2. World of War – 4:56
3. Live Now! – 3:10
4. Far from the Stars – 4:41
5. Burning Sun – 5:33
6. Waiting for the Thunder – 3:53
7. Hold me in your Arms – 5:10
8. Wanna be God – 2:02
9. Straight out of Hell – 4:33
10. Asshole – 4:09
11. Years – 4:22
12. Make Fire Catch the Fly – 4:22
13. Church Breaks Down – 6:06
14. Another Shot of Life (Bonus Track)
15. Burning Sun (Hammond Version) (Bonus Track)

Depois de The Dark Ride, esse sem duvidas é o melhor lançamento do Helloween, talves não por ser melhor que os outro (não pra mim), mas sim por ser mais "Helloween", se é que me entendi.
Straight Out Of Hell não chega nem perto dos grandes clássicos já lançados pelo Helloween, como por exemplo The Keeper Of The Seven Keys II, Master of the Rings  e The Time Of The Oath, mas faz oque os fãs de Helloween gostam, pelo menos a maioria, musicas melodicas e pegajosas, e aqui se encontra isso, claro que não como antigamente, mas encontrasse.
Em questão de instrumental, a banda continua muito bem representada, a dupla de guitarrista Sascha Gerstner e Michael Weikath mandam muito bem, com ótimas introduções, riffs e solo, na cozinha Dani Loeble (bateria) e Markus Grosskopf (baixo) mantem o nível la em cima, Dani mostra que é muito talentoso, mantendo a mesma pegada do começo ao fim do disco, e quanto ao baixo de Markus, mantem a qualidade que ele sempre mostrou deis do inicio do Helloween, com pegadas que remetem ao Better Than Raw, e o que falar de Andi Deris, mais um disco que ele mostra o excelente vocalista que ele é.
Enfim, um dos mais aguardados disco desse ano, e ao contrario do que alguns pensavam, pelo que eles lançaram depois do The Dark Ride, é um disco muito bom, nada de extraordinario, mas volta a fazer musicas tipicas do Helloween, e antes que me critiquem Rabbit Don't Come Easy, Keeper - The Lagacy, Gambling With The Devil, 7 Sinners são bons discos, mas não tem a marca Helloween, mas nem por isso são álbuns ruins, pelo contrario, mas ta ai mais um disco do Helloween que tem tudo pra trazer eles de volta ao trilhos e voltar a lançar ótimos discos como antigamente.



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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Running Wild - Port Royal - 1988


Tracklist:
1. Intro - 0:50
2. Port Royal - 4:12
3. Raging Fire - 3:28
4. Into the Arena - 3:59
5. Uaschitschun - 04:53
6. Final Gates - 3:00
7. Conquistadores - 4:50
8. Blown to Kingdom Come - 3:19
9. Warchild - 3:01
10. Mutiny - 4:28
11. Calico Jack - 8:15

Se hoje existe o termo "Pirate Metal" tudo se deve a esses caras, foram eles os pioneiros a incorporar o tema de piratas no heavy metal, e se você acompanhar as letras da pra notar que eles manjam e muito do assunto, pra quem não conhece o Running Wild foi formado na Alemanha em 1976, ainda com o nome de Granite Heart, fundada pelo vocalista/guitarrista Rolf Kasparek também conhecido como Rock n' Rolf, que está na banda desde o início, o Running Wild também é um dos pioneiros do Heavy Metal na Alemanha, tendo inspirado várias outras bandas do país como o Helloween por exemplo.
Port Royal , não é o primeiro disco que a banda utiliza a temática pirata em suas músicas, esse é o quarto disco da banda e o segundo com essa temática. A banda havia acabado de lançar o disco Under Jolly Roger que era o maio clássico da banda até então, e muitos acreditaram que dificilmente eles iriam lançar algo tão bom ou melhor, porém Port Royal veio pra consolidar o Running Wild como um dos gigantes do metal naquela época, tanto que esse disco disputou pau a pau com o Seventh Son Of A Seventh Son do Iron Maiden nos discos de Heavy Metal de maior sucesso daquela época. Outro fato de que fez algumas pessoas acreditarem que a banda não lançaria um trabalho tão bom quanto o Under Jolly Roger, é que acabava de entrar dois novos integrantes na banda, o baixista Jens Becker e o baterista
Stefan Schwarzmann que mais tarde logo no início da turnê do álbum , saiu da banda, tanto que no clipe de Conquistadores ele não aparece, e sim o novo baterista da banda Iain Finlay.
Port Royal tem tudo que um fã de Heavy Metal oitentista gosta, riffs rápidos, solos arrebatadores, e isso tudo aliado a muita cultura, já que as letras também se destacam pelo grande conhecimento não só na temática dos piratas ,como também em História em geral, ou seja vale muito a pena ouvir.




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sábado, 22 de dezembro de 2012

Iced Earth - The Dark Saga (1996)

Minha admiração pelo Iced Earth mudou muito deis de que eu escutei recentemente o The  Dark Saga. Como de costume o álbum extremamente conceitual e que vindo de uma banda de heavy metal é de se no minimo louvar o álbum trás a saga de Spawn (quem lê os quadrinhos da Marvel deve conhecer) um assino de aluguel que com o passar do tempo questionava mais e mais as ordens de seu superior e acaba virando um soldado do inferno, que é criado a cada 50 anos oriundo da alma perdida de algum ser-humano morto. Ele voltará a vida por sua mulher, mas voltou 5 anos depois de sua morte (É uma história do mal). Finalmente em The Dark Saga John Schaffer finalmente deixou a porra do seu ego de lado e parou com um vocalista acertadamente eu confesso já que Matt Barlow se encaixou perfeitamente com álbum, Os riffs de Schaffer, unidos a perfeita união de Barlow com as nas faixas do álbum. O álbum e suas musicas são uma verdadeira obra de arte juntos de Mark Prattor na bateria , Randall Shawver na guitarra e Dave Abellno no baixo (vale ressaltar que esse foi o ultimo trabalho dele com a banda. Por que será?). O álbum possui riffs pesadíssimos e solos de Shawver. Dizer que Barlow fez a melhor atuação de sua vida nesse álbum não é exagero, as possibilidades de você não gostar deste álbum são as mesmas do mundo acabar em 2012 ou o Dream Theter para de fazer tanta gente ficar com sono. Algo que pode ter contribuindo para o sucesso do álbum deve de ser o fato da banda já ter presenciado os dois lados da moeda a fama e o fracasso.


(ai vai um pequeno trailer do personagem da Marvel Spawn o soldado do inferno!)

1. "Dark Saga" 3:43
2. "I Died for You" 3:47
3. "Violate" 3:38
4. "The Hunter" 3:55
5. "The Last Laugh" 3:47
6. "Depths of Hell" 3:02
7. "Vengeance Is Mine" 4:22
8. "The Suffering Scarred" 5:54
9. "Slave to the Dark" 4:03
10. "A Question of Heaven" 7:40

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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Kamelot - Silverthorn 2012


Tracklist:
01. Manus Dei
02. Sacrimony (Angel of Afterlife)
03. Ashes to Ashes
04. Torn
05. Song for Jolee
06. Veritas
07. My Confession
08. Silverthorn
09. Falling Like the Fahrenheit
10. Solitaire
11. Prodigal Son
12. Continuum

Como todas as bandas, sempre a saída de um membro é algo complicado, principalmente quando esse membro é o vocalista, e se cantar muito, como no caso do Roy Khan, é pior ainda, pois o próximo a assumir o posto do antigo membro sempre vai trazer uma incógnita com relação ao futuro da banda, e foi o que aconteceu no Kamelot, depois da saída do Khan, a banda fez varias turnês com diversos vocalista até chegar no Tommy Karevik, vocalista do Seventh Wonder, assumindo apartir dai o cargo de vocalista do Kamelot, mas desde então ficou a dúvida entre os fãs da banda se o Tommy iria dar conta do recado, eis que em 2012 sai o tão aguardado álbum com o novo vocalista. Pra falar a verdade eu comecei a curti o disco depois das 2 primeiras músicas, mas não por causa do vocalista, pelo contrario, ele mandou muito bem em todo o disco, inclusive com um timbre parecido com o Khan, mas claro com suas características próprias.
Silverthorn é o décimo disco de estúdio dos americanos Kamelot, aqui eles trazem de volta as melodias dos clássicos Epica e The Black Halo, se afastando daquelas atmosferas goticas dos discos anteriores. O teclado de Oliver Palotai, praticamente anda junto com a guitarra do líder Thomas Youngblood, enquanto Sean Tibbetts (baixo) e Casey Grillo (bateria) fazem uma cozinha bem bacana e bem criativa.
Enfim, pra quem é fã da banda pode até estranhar um pouco no começo, mas com certeza ira gostas do que escutara, até porque Tommy Karevik é bastante talentoso também.



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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Aquaria - Shambala 2007

 
Tracklist:
1. Hope
2. Heart Of The Gods
3. Expedition
4. Into The Forest
5. Lost
6. Iara
7. Shambala
8. Child Of The Universe
9. Firewings
10. Skies Of Amazonia
11. Liberty

Com certeza se eu chegasse aqui e dissesse que essa banda era brasileira, com essa foto, sem dúvida vocês iriam pensar que se tratava de uma banda de forro, certo? Errado, ao contrario da aparência forrozeira dos cara, eles fazem Power Metal com muita influencia nacional, no estilo de Holy Land do Angra.

A banda começou em 1999, no Rio de Janeiro, com o nome de Uirapuru, nome esse que ficou até a segunda demo da banda, mudando depois para Aquaria.

Shambala é o segundo e, até então, último disco da banda, o álbum e conceitual e  retrata a invasão portuguesa ao Brasil e da paixão de um navegante português pela personagem Iara.

Enfim vale apena conhecer, pois além de ser brasileira, a banda é muito boa.




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sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Andre Matos - The Turn Of The Lights 2012

Tracklist:
1. Liberty
2. Course Of Life
3. The Turn Of The Lights
4. Gaza
5. Stop!
6. On Your Own
7. Unreplaceable
8. Oversoul
9. White Summit
10. Light-Years
11. Sometimes

Depois de ter gravado dois álbuns que não agradou muito, um com o super grupo Symfonia, e o outro com a própria banda solo, esse chegou pra disputar com o Time To Be Free, pra ver qual o melhor disco da carreira solo do Andre Matos.
The Turn Of The Lights é o terceiro disco da carreira solo do AM e vem com um grupo forte, com André Hernandes e Hugo Mariutti nas guitarras desde o inicio, em 2006, Bruno Ladislau no baixo, e na bateria Rodrigo Silveira, assumindo as baquetas depois da ida de Eloy Casagrande para o Sepultura. A banda como deis do começo faz um Power Metal bem melódico, ou seja, esse disco é para os apreciadores de Power Metal, e não para aqueles que não gostam muito do gênero.
Aqui Andre Matos mostra que continua cantando em alto nível, chegando em algumas notas que ele fazia no inicio com o Angra, mas não é apenas a voz do Matos que se destaca nesse disco, o instrumental também vem com muita qualidade, principalmente a dupla de guitarristas, com ótimos solos e riffs, e uma belíssima base durante as músicas, cadenciando nos momentos certos e dando mais peso em algum deles, outra coisa que vale destacar é o baterista, mesmo assumindo as baquetas em menos de um ano, mostrou muita qualidade, fazendo uma bela cozinha com o baixista.



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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Unisonic - Unisonic 2012


Tracklist:
01. Unisonic 03:25
02. Souls Alive 05:14
03. Never Too Late 04:30
04. I've Tried 04:56
05. Star Rider 04:16
06. Never Change Me 03:45
07. Renegade 04:38
08. My Sanctuary 04:16
09. King For A Day 04:07
10. We Rise 04:43
11. No One Ever Sees Me 06:13

Esse supergrupo ficou conhecida pelo fato de ter Michael Kiske pela primeira vez em uma banda fixa, depois da saída dele do Helloween, e também por ter outros grandes nomes da musica como os integrantes do Pink Cream 69, o baixista Dennis Ward e o baterista Kosta Zafiriou, além do guitarrista Mandy Meyer ex Gotthard e Krokus, e claro o também ex membro do Helloween e atual guitarrista do Gamma Ray, Kai Hansen.
A banda teve seu inicio em 2009, e até então gravou um EP e esse disco homônimo, mas pra quem pensa que só por que a maioria dos integrantes fez ou faz parte de alguma banda de Power Metal, a banda seja aquele tipico som clichê do Power Metal atual, pois está enganado, aqui a banda traz o mesmo alento do inicio do Helloween, fazendo um Power Metal com muita competência e com bastante influencia do Hard Rock, deixando o som da banda muito criativo e de ótima qualidade, e mesmo com um som não muito inovador, eles conseguiram agradar até mesmo os que não é muito fã do estilo.
Aqui os destaques claro vai pro vocal de Kiske, que mesmo com mais de quarenta anos, mostra que continua com uma potencia vocal incrível, mostrando que ainda é um dos melhores vocalistas da atualidade, o instrumental também tem seu destaque alcançado, com ótimos solos, arranjos bem feitos e bem encaixados, e com uma cozinha bem entrosada, e é com esse time que fez desse disco um serio candidato a um dos melhores discos desse ano, um disco que vale muito apena ouvir, mesmo se você não for muito fã do estilo.


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domingo, 8 de julho de 2012

Hibria - Defying The Rules - 2005


 Tracklist:
01. Intro
02. Steel Lord on Wheels
03. Change Your Life Line
04. Millennium Quest
05. A Kingdom to Share
06. Living Under Ice
07. Defying the Rules
08. The Faceless in Charge
09. High Speed Breakout
10. Stare at Yourself

Essa grande banda gaúcha já apareceu por aqui com o seu álbum mais recente o Blind Ride,o som é pra que headbanger nenhum botar defeito,com seu Heavy Metal bem old school influenciado por bandas dos anos 80,e hoje figura entre as principais bandas do estilo do cenário nacional,fazendo turnês pelo mundo inteiro e inclusive lançando seu primeiro DVD que se eu não me engano foi gravado no Japão.
Defying The Rules é o primeiro disco dos caras,com a sua formação clássica digamos assim,e com um som matador,assim como fez em seus álbuns posteriores,mas aqui em seu debut,na minha opinião a banda lançou seu melhor trabalho.
Além do grande vocal de Iuri Sanson que canta muito,e sem dúvidas é um dos melhores vocalistas de Metal do Brasil,também tinha a dupla de guitarras introzadíssimas composta por Diego Casper e Abel Camargo,que apesar de terem uma técnica incrível,dividindo solos e riffs espetaculares,na minha opinião o grande destaque do instrumental da banda é o baixista Marco Panichi que hoje não está mais na banda infelizmente,e que fazia uma cozinha muito foda com o baterista Savio Sordi.
Não tem nem como destacaar músicas nesse petardo,o álbum inteiro é incrível e merece ser ouvido por todos que curtem um Heavy Metal de qualidade!!

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domingo, 1 de julho de 2012

Especial: Pop Metal - Pop From Hell (2012)


Lemmy até pousou de modelo mas não faz parte dessa copilação que muitos vão odia, eu achei interessante mas nada mais que isso antes que os mais from hell's comecem a chia, agora preparem-se para lerem uma história que começou normal e terminou uma vagabunda do caralho. Havia um tempo, entre os anos 70 até comecinho de 90 que a musica POP era musica, não hoje o barulho que é com DJ, homossexuais, rappers e o grande boss da bagaça, ela que no estado de SP é sintonizada no 56 a MTV. Nessa época artistas pop's tocavam instrumentos, não tinham DJ e nem efeito de voz e em muitos casos levantavam bandeiras importantes na sociedade. Quem nunca se pegou embalado nas musicas romanticas do Bee Gees, ou não pensou: Como esse tecladinho do A-ha ficaria legal com um riff de guitarra ou então pensou Elton Jonh toca tão bem diferente do Jordan Rudess que faz solos de teclados tediante, demorados, e quando não ainda chama outro Tecladista (mas calma não quero dizer que um é melhor do que o outro). Foi pensando nisso que peguei os melhores cover de bandas de rock (embora durante minha procura foi encontrada muitas bandas de Power Metal) dessas musicas quando o POP era musica, DJ era só duas Letras, Rock era vida, MTV prestava e eu era apenas um feto.


01 - Oops I Did It Again! [Children Of Bodom]
02 - Flashdance [Firewind]
03 - Sweet Dreams [Marilyn Manson]
04 - Take On Me [Northern Kings]
05 - Stayin' Alive [Ozzy Osbourne]
06 - Beat It [Raintime]
07 - La Isla Bonita [Twilight Guardians]
08 - Goodbye Yellow Brick Road [Vains of Jenna]
09 - Listen To Your Heart [Swedish Hitz Goes Metal]
10 - Shadow Dancing [Tragedy]
11 - My Heart Will Go On [Unchaste]
12 - Locust [Kekal]
13 - Ordinary World [Rust]
14 - Lay all your love on me [Helloween]

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sábado, 23 de junho de 2012

Crimson Glory – Transcendence (1988)

Antes de começa essa postagem quero dizer que este álbum embora que por muitos seja desconhecido, não se enganem pois é de deixar qualquer fã do Queensryche (não o de agora mas os dos tempos de Warning  e compania limitada) de cabelo em pé. O Crimson Glory banda formada em 1982 de Metal Progressivo com influencias de Heavy/Power Metal ou vice e versa, oriunda de  Flórida (EUA) a banda aqui é composta por Midnight (vocal), Jon Drenning (guitarras), Ben Jackson (guitarras), Jeff Lords (baixo) e Dana Burnell (bateria) esse é o segundo trabalho da banda seu primeiro disco veio em 1986 intitulado de Crimson Glory e é muito bom álbum e só perde por não ter tido uma boa gravação (normal nos anos 80 onde as bandas não tinham dinheiro para gravar um álbum de boa qualidade logo de cara) O álbum é recheado de boa musica, balada e uma introdução que é um dos clássicos da banda, riffis com guitarras gemeas e influências do bom e velho Power Metal. E o melhor é que ele não faz você fica com sono como é escuta um álbum do Dream Theater junto com toda sua purpurina.

 
01 - Lady of Winter
02 - Red Sharks
03 - Painted Skies
04 - Masque of the Red Death
05 - In Dark Places
06 - Where Dragons Rule
07 - Lonely
08 - Burning Bridges
09 - Eternal World
10 - Transcendence

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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Angra - Rebirth 2001


Tracklist:
01. In Excelsis
02. Nova Era
03. Millenium Sun
04. Acid Rain
05. Heroes of Sand
06. Unholy wars
07. Rebirth
08. Judgement Day
09. Running Alone
10. Visions Prelude

Como semana passada foi aniversário do blog, e graças a minha internet eu não conseguir postas porra nenhuma, mas parece que as coisas estão mudando, pois hoje ela pegou perfeitamente, espero que continue assim... E para supri essa ausência, ai está a primeira banda que foi postada no blog, mas que hoje , infelizmente, não conta mais com o vocalista Edu Falaschi, que anunciou a sua saída da banda a algum tempo, muitos chegaram a comemorar a sua saída, pelo fato de ele não ser mais o mesmo do que ele foi nesse álbum e nos outros, para o Edu, apesar de difícil foi bom, pois assim ele poderá cuidar melhor da sua voz e no futuro arrebentar com o Almah, mas pelo outro foi péssimo, pois pode estar acontecendo um desfecho de uma das mais famosas e aclamadas bandas de metal brasileiro.
Agora vamos ao excelente álbum, Rebirth, que também foi uma época difícil para os fãs da banda, pois era o primeiro disco depois do racha na banda que teve como consequencia a saída do André Matos, Luis Mariutti e Ricardo Confessori, depois desse episodio muitos se perguntavam se a banda iria ser a mesma, e claro veio a duvida, com a saída de André Matos a banda seria a mesma, já que o vocal dele era muito bom e com sua saida a banda iria conseguir um vocalista a altura ou pelo menos que não iria deixar tanta saudades do antigo vocalista, foi dai que apareceu o Edu Falaschi, que não cantava tanto que nem o André Matos, mas mostrava personalidade, fazendo um vocal no estilo do Matos, mas do seu jeito, sabendo os seus limites, com isso só fez acrescentar a mais o álbum, pois ao invés de imitar alguem ele mostra o seu próprio estilo,fazendo a banda a dar a volta por cima e fazendo esse maravilhoso álbum, calando a boca de quem duvidava de que a banda não iria continuar com o belíssimo trabalho feito por André Matos e CIA. 
Com ótimas musicas, dês das mais cadenciadas as mais agitadas, com Kiko Loureira e Rafael Bittencourt dando uma aula de guitarra, mesclando peso, harmonia, técnica, melodia e virtuosismo junto com um excelente trabalho feito pelo talentosíssimo baterista Aquiles Priester, fazendo dupla em uma cozinha perfeita com outro talentoso musico, o baixista Felipe Andreoli, e claro o excelente vocal de Edu Falaschi.


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