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domingo, 9 de junho de 2013

Black Sabbath - 13 2013


Tracklist:
1. End Of The Beginning
2. God Is Dead?
3. Loner
4. Zeitgeist
5. Age Of Reason
6. Live Forever
7. Damaged Soul
8. Dear Father

Pra quem ficou com um pé atras com a volta do Black Sabbath, sem a presença do lendario baterista Bill Ward, pode se animar pois Brad Wilk deu conta do recado, é claro que ele não é Bill Ward, porém fez um trabalho grandioso, assim como é esse novo disco do rei do Metal, Black Sabbath.
Depois de 35 anos, o trio Ozzy Osbourne, Tony Iommi e Geezer Butler voltam a lançar um disco juntos com o Black Sabbath, infelizmente sem a presença de Bill Ward que foi muito bem substituído por Brad Wilk. 13 é um disco que te prende desde a primeira musica, e quando menos se espera o disco já acabou de tão boa que é, eu já perdi as contas de quantas vezes já escutei-o. A sonoridade do disco é puramente Sabbathica, com riffs incríveis do deus do riff Iommi, uma cozinha incrivel do Geezer Butler com Brad Wilk, e a voz inconfundível de Ozzy.
O disco começa com End Of The Beginning, uma musica de oito minutos que acaba rapidamente, com um otimo riff inicial bem cadenciado, seguido por outro otimo riff mais agitado dando mais rapidez a musica, alem de dois otimos solos, logo em seguida vem a God Is Dead?, outra musica longa, de quse nove minutos só que mais cadenciada e tão boa quanto a primeira, até que chega, na minha opinião, a melhor música do álbum, Loner, uma música repleta de riffs, com uma otima cozinha, uma música que só o Black Sabbath seria
capaz de fazer, Zeitgeist é a Planet Caravan do disco, muito semelhante as duas canções, entretanto a Zeitgeist tem um levada mais folk que Planet Caravan,  Age Of Reason é outra que está entre as minhas favoritas do disco, com Brad Wilk tocando muito, Liver Forever é mais uma que começa com um ótimo riff do mestre Iommi, alem que tem a filosofagem de Ozzy com a frase I don't want to live forever, but I don't want to die (Eu não quero viver para sempre, mas eu não quero morrer), Damaged Soul outra musica espetacular, remetendo um duelo entre Satã e Deus, Dear Father uma exelente musica com mais um ótimo riff, uma bela cozinha e assim terminando o disco com trovoes e um sino de fundo, quando você pensa que acabou totalmente eles nos brinda com mais três musicas bônus, finalizando de vez esse extraordinário disco, que se for o fim de um ciclo, esse foi muitíssimo bem finalizado.



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terça-feira, 4 de junho de 2013

Megadeth - Super Collider (2013)



Antes tarde do que nunca, mas serei franco! Era melhor que o tarde, nunca chegasse, tudo porque o álbum em questão me deixou completamente decepcionado, talvez por se trata da minha banda preferida eu acabe depositando expectativas demais em cima do Megadeth. Banda está que tinha tudo para lançar um novo Endgame já que vinha com a mesma formação de TH1RT3EN, e ainda contava com a motivação de se trabalhar para um selo novo e com a participação de uma série de convidados, responsáveis pela presença de trompete, violino e gaitas de fole nas músicas (embora seja mais do que sutil), além de David Draiman, vocalista do Disturbed/Device. E com isso a banda tentou fazer algo diferente sem abrir mão da veia Thrash resultado, NÃO FICOU LEGAL! “Kingmaker” inicia o álbum com o típico thrash e heavy metal, característica do Megadeth que soa muito inferior, grande parte pelas linhas vocais que deixam uma sensação de que a faixa simplesmente não chegará a nenhum lugar, “Off The Edge” se revela uma das mais pobres composições da carreira do Megadeth, superando musicas do álbum Risk. A melhor faixa do álbum fica por conta de “Cold Sweat” por se tratar de um belo cover do Thin Lizzy. Moral da história desde a volta do Megadeth em 2003 a banda vem lançando álbuns com composições repetitivas. E Super Collider, é um trabalho sem identidade, e com várias músicas sem o menor propósito de existência além de preencher lacunas no tracklist. As letras se mostram simplistas, sem nenhuma mensagem, bem diferentes do que já foi feito anteriormente. Acho que está na hora de mestre Dave repensar o futuro da banda. E se a resenha deste álbum também não ficou boa, me desculpem, mas o álbum não merece muito mais do que isso.





01. Kingmaker
02. Super Collider
03. Burn!
04. Built for War
05. Off the Edge
06. Dance in the Rain
07. Beginning of Sorrow
08. The Blackest Crow
09. Forget to Remember
10. Don’t Turn Your Back…
11. Cold Sweat (Thin Lizzy cover)

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Ghost - Infestissumam

http://www.thesleepingshaman.com/wp-content/uploads/2013/02/Ghost-Infestissumam-Artwork.jpg



http://wac.450f.edgecastcdn.net/80450F/loudwire.com/files/2013/02/Ghost-B.C.1.jpgEstou muito curioso para ver como vai ser a apresentadão dos inigmaticos integrantes do Ghost no Rock in Rio, e para aumentar ainda mais minhas expectativas foi lançado esta semana o Infestissumam, 2º álbum desta banda oriunda da suécia (sim a suécia caminha para se tornar uma maquina de bandas fodasticas) a banda que havia nos dado uma amostra de como seria o álum com Secular Haze, não me agradou, por isso torci para que o álbum tivesse uma pegada diferente com vocais bem melodiosos e agradáveis aos ouvidos, guitarras sabbathicas em riffs e solos simples e pesados, mas que esbanjam melodias, baixo e bateria coesos e bem pesados, e sinistros teclados que ajudam a dar a aura soturna e climática ao trabalho do GHOST. Mais coesão em termos de peso, mas ao mesmo tempo, um som mais limpo, mas vemos que a banda ainda está focada na mesma fórmula de antes, com algumas evoluções aqui e ali, mas mesmo assim, o trabalho é "ame ou odeie", não há meio termo. Após a intro que dá nome ao disco, entra a áspera e bela 'Per Aspera Ad Inferi', uma faixa dura e de andamento moderado, com um excelente refrão, com riffs bem secos e arrepiantes, belas vocalizações, baixo evidente e mostrando serviço; a já conhecida e fundamental 'Secular Haze' com uma sonoridade mais voltada aos anos 70 'Jigolo Har Megiddo', onde o baixo rouba a cena; a surpreendeste e satânica 'Year Zero', com um clima mais soturno devido a maior evidencia dos teclados e vocalizações trabalhadas com belos corais, ótimos teclados e base rítmica pesada; a irônica 'Idolatrine'; e a pesada 'Depth of Satan's Eyes', bem climática e com um andamento não tão lento, sendo uma canção mais elaborada.


01. Infestissumam
02. Per Aspera Ad Inferi
03. Secular Haze
04. Jigolo Har Megiddo
05. Ghuleh / Zombie Queen
06. Year Zero
07. Idolatrine
08. Body and Blood
09. Depth of Satan's Eyes
10. Monstrance Clock

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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Cangaço - Rastros - 2013

Tracklist:
01. Atrito
02. Cantar às Excelências das Armas Brancas
03. Arcabuzado
04. Bombardeio no Ceará
05. Encarnação
06. Mental
07. Statu Variabilis
08. Corpus Alienum
09. Devices of Astral

Quem acompanha a cena metálica nacional, provavelmente já deve ter ouvido falar do Cangaço, banda que tem um som peculiar que mistura todo o peso e brutalidade do Death Metal, com influências da música regional nordestina, inclusive já postei o EP Positivo, da banda que foi muito bem recebido pelos fãs e pela crítica.
Apesar da banda já ter um certo reconhecimento no país, Rastros é apenas o primeiro álbum completo dos caras, que só tinham demos e o Ep Positivo, mas a proposta da banda é a mesma, ou seja muito peso, com bateria cheia de blast beats, baixo bem pesado e no talo, além de riffs poderosíssimos, mas tudo aliado a uma técnica absurda, e com muita influencia da musica regional, que dá um toque a mais, e deixa o som bem original,ou seja quem conhece a banda tem tudo aquilo que tinha no EP,o único diferencial é que também tem algumas letras em inglês.
As letras também merece destaque, pois também abordam temas regionais, inclusive tendo "Cantar às Excelências das Armas Brancas" um poema de um cangaceiro chamado Pedro da Santa Fé , além de trechos de um poema do pernambucano João Cabral de Mel, na faixa "Arcabuzado".
A produção do álbum também merece ser ressautada, pois deixou de forma bem cristalina o instrumental do trio, dando pra ouvir tudo numa boa, além dos vocais.
Enfim vale muito a pena conferir, vou deixar nos comentários um link com as músicas em wma como é de  costume, mas também vou deixar um link do site dos caras, onde eles disponibilizam pra download um arquivo com mais qualidade.




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Down - Down IV Part 1 - The Purple (EP) 2012


Tracklist:
1. Levitation 04:58
2. Witchtripper 03:49
3. Open Coffins 05:43
4. The Curse Is a Lie 06:00
5. This Work Is Timeless 03:43
6. Misfortune Teller 09:05

Todos nos sabemos do talento de Phil Anselmo e de tudo que ele já fez para o metal, e esse EP é uma prova viva de que ainda ele tem muita lenha para queimar, pois talento sobra. Além de Phil Anselmo nos vocais, a tropa é formada por Pepper Keenan (guitarra), Kirk Windstein (guitarra), Patrick Bruders (baixo), Big Ross (teclado) e Jimmy Bower (bateria).
Esse é o primeiro de quatro EPs prometidos pela banda, e depois de cinco anos sem lançar nada novo, podemos dizer que voltaram com músicas sensacionais, se ficassem apenas nesse já seria otimo, mas como ainda tem mais três eps a serem lançados por eles, a ansiedade para escuta-los só aumenta. A banda tinham no inicio, em 1995, o objetivo de fazer um som proximo do que o Black Sabbath fez, e podemos dizer que nesse periodo, o Down não chegou a ser um Sabbath, mas conquistou muitos fãs pela qualidade de suas musicas, mas que depois do The Purple e irão conquistar muito mais fas, pois o som que eles fizeram aqui ficou sensacional, ficando acima de todos os lançamentos do down até agora.


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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Wulfhook - Sacrifice (Demo 2012)


Tracklist:
01 Bridge Burner
02 Eternal
03 Sacrifice
04 Tormentor

Mais uma banda que envia seu material para nós, dessa vez uma dos Estados Unidos, da cidade de Detroit, é uma banda formada recentemente em 2009, até agora não lançou nenhum full lenght, mas já lançou três demos, sedo a primeira em 2011, essa demo Sacrifice que eles nos enviaram foi lançada no ano passado.
Logo pela capa, aqueles que são fãs de Heavy Metal oitentista já deve ter notado que essa é a sonoridade da banda, e realmente é, os caras incorporam e muito bem elementos da década de oitenta, fazendo um metal bem poderoso que nos remete bandas clássicas do gênero, como Judas Pirest, Mercyful Fate e Iron Maiden por exemplo.
Apesar de ser uma banda bem nova, Wulfhook já tocou com bandas como Warbringer, Lazarus A.D., Diamond Plate, e Accept, ou seja experiência os caras estão adquirindo e de uma forma que tem muito a engrandecer ainda mais o seu som.
Enfim, pra quem curte metal no seu mais puro estado, aí vai uma bela dica, espero que os caras lancem um disco completo em breve.
Nos comentários segue o link da demo, também vou deixar aí pra vocês os links do Facebook e do Reverbnation da banda.

Facebook:
http://www.facebook.com/WulfhookBand

Reverbnation:
http://www.reverbnation.com/Wulfhook





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terça-feira, 16 de abril de 2013

Volbeat - Outlaw Gentleman And Shady Ladies - 2013


Tracklist:
01 – Let’s Shake Some Dust
02 – Pearl Hart
03 – The Nameless One
04 – Dead But Rising
05 – Cape Of Our Hero
06 – Room 24
07 – The Hangman’s Body Count
08 – My Body
09 – Lola Montez
10 – Black Bart
11 – Lonesome Rider
12 – The Sinner Is You
13 – Doc Holliday
14 – Our Loved Ones
Bonus:
Ecotone
Lola Montez [Harp Version]
7 Shots [Live From Wacken 2012]
Evelyn [Live From Wacken 2012]
Evelyn [2010 Demo]


Das banda mais atuais, uma das que mais curto é o Volbeat, acho interessante o som dos caras, tem uma sonoridade própria e de toda a sua discografia até agora não ouvi um disco que me desagradasse, conheci e banda desde 2011 e das bandas novas que estão surgindo na minha opinião é uma das poucas que tem uma carreira regular sempre lançando coisas boas.
Depois de três anos sem lançar nenhum disco de inéditas o Volbeat volta com seu quinto álbum de estúdio, e com uma cara nova na banda, que é o guitarrista Rob Caggiano que a princípio iria produzir o disco e fazer alguns solos, já que a banda tinha dispensado o seu guitarrista Thomas Bredahl em 2011, só que Rob Caggiano acabou se juntando à banda, e deixando sua antiga banda o Anthrax, espero que ele tenha sucesso no Volbeat, já que a banda vinha sempre contando com guitarristas convidados como Hank Shermann do Mercyful Fate.
Eu particularmente curti muito esse disco, não ficou tão bom quanto o anterior Beyond Hell/Above Heaven de 2010, mas mostrou que a banda continua mantendo a mesma pegada, inclusive com as mesmas características, que a mistura de Heavy Metal com country, rockabilly, e um pouco de punk também. Outra coisa que chamou a atenção foi a evolução dos solos de guitarra, talvez isso se remete a entrada de Caggiano na banda.Outra coisa que vale destacar é a bela participação de King Diamond na faixa Room 24 que onde ele foi co-autor, e ficou bem legal.
Enfim , ainda é cedo pra dizer se Outlaw Gentleman And Shady Ladies vai figurar entre os melhores do ano, mas é sempre bom ver bandas promissoras lançado algo novo, confiram.


 







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domingo, 7 de abril de 2013

Lordi - To Beast or Not to Beast - 2013



 Tracklist:
01. We’re Not Bad For The Kids (We’re Worse)
02. I Luv Ugly
03. The Riff
04. Something Wicked This Way Comes
05. I’m The Best
06. Horrifiction
07. Happy New Fear
08. Schizo Doll
09. Candy For The Cannibal
10. Sincerely With Love
11. SCG6: Otus’ Butcher Clinic



Depois de uma longo tempo sem postar nada, estou de volta com um lançamento que espero que vocês gostem, já que quem está de volta também depois de 3 anos sem lançar nada, os montros finlandeses lançam To Beast or Not to Beast, o sexto álbum de estúdio da banda, que apesar de ter duas mudanças na formação ( a entrada da tecladista Hella no lugar de Awa e do baterista Mana no lugar de Otus) isso nao alterou o modo desses monstruosos da Finlandia fazer o seu som, que continua sendo aqule Hard/ Heavy Metal de muita quallidade , e claro teatralidade.
Deixo como destaques as músicas We’re Not Bad For The Kids (We’re Worse), I’m The Best, Horrifiction, Candy For The Cannibal e Sincerely With Love.
Um bom lançamento para um ano que nos promete grandes álbuns no mundo da música pesada, confere aí!





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sábado, 23 de março de 2013

Funeral - To Mourn is as Virtue (2011)

   
Em meio a trabalho, seminários e provas, retorno as minhas postagens com um álbum de uma das bandas mais criativas do cenário funeral doom/ doom.  Funeral consegue captar a essência mais sombria do doom com originalidade e uma beleza quase que poética.
     Desde os primeiros trabalhos é possível observar o comprometimento com um estilo próprio, características essas que permanecem até hoje na sonoridade da banda: mudanças de andamento, uso extenso de segunda voz, mais futuramente o canto fúnebre foi adicionado as musicas e muita criatividade nas melodias. A criatividade migrava então para projetos paralelos (Fallen), ou bandas de ex-membros (Omit).
    To Mourn is a virtue é uma "quase regravação" das demos lançadas durante a carreira da banda (vide: demo 99), com o instrumental idêntico e uma nova roupagem vocal, além de novas letras e nomes das musicas, eles trouxeram de volta o funeral doom presente nos primeiros trabalhos.
O vocal mais grave em relação ao dos álbuns anteriores titubeia chorando sobre a melodia, quase como outro instrumento, retornando ao ouvinte uma atmosfera fúnebre que segue até o final do disco.
Seia meio que injusto e difícil citar destaques, mas Dancing in a Liquid Veil e How Death May Linger sintetizam minhas palavras, e claro o ultimo ato Wrapped All In Woe retorna a demo99  mostrando ao ouvinte a mais pura essência Funeral.
Boa apreciação.


                                                             

                                                                 1. Hunger 
2. God? 
3. Your Pain Is Mine 
4. The Poison 
5. Dancing In A Liquid Veil 
6. How Death May Linger 
7. Father
8. Blood From The Soil 

                                                           9. Wrapped All In Woe 

                                                                 
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sexta-feira, 22 de março de 2013

Yes - 90125 (1983)


Um trabalho inovador produzido por Trevor Horn e composto por 9 músicas, incluindo “Owner of a Lonely Heart”, o maior sucesso da banda, alavancando suas vendas em níveis estratosféricos e considerado pelo próprio Yes, como o álbum de maior receptividade e de importância vital para a continuidade da carreira do grupo, até os dias de hoje. E o que é melhor... vendendo arte em escala industrial. A partir deste álbum, a banda sofreu alterações profundas. A formação da banda era Jon Anderson (Vocal), Tony Kaye (Teclado), Trevor Rabin (Guitarra, Teclado e Vocal), Chris Squire (Baixo e Vocal), Alan White (Bateria e Vocal). A banda queria experimentar novos rumos na carrera. E como eles estavam numa época onde o som já era bem diferente, e a cada aventura era uma descoberta No processo, a banda tornou seu som mais acessível ao grande público, perdendo sua complexidade e fazendo-o chegar as rádios (isso não fas do album algo comercial, e se fazer garotada que se dane esse álbum é foda) os únicos que não vêem o lado bom disso são os fãs mais fanáticos da banda que alegam  uma grande decepção de verem a banda tomando um rumo totalmente diferente (para eles era o mesmo do Dream Theater fazer Grindcore). Uma coisa deve-se concora o album ficou um pouco POP de mais City of love e a falsa baladinha Hearts não nos deixa mentir Mesmo não sendo a formação mais clássica do Yes e não possuir uma presença progressiva em todo o trabalho, 90125 é um álbum, no qual até o mais crítico pode apreciá-lo sem muitas dificuldades. No entanto, possui uma curta duração nas faixas (É chupa Dream Theater) comparado com os demais álbuns do Yes, deixando-o assim longe de se tornar um dos melhores já lançados por eles.



01. Owner of a Lonely Heart
02. Hold On
03. It Can Happen
04. Changes
05. Cinema
06. Leave It
07. Our Song
08. City of Love
09. Hearts

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sexta-feira, 15 de março de 2013

Zumbis do Espaço - Nós Viemos em Paz - 2012


Tracklist:
01. Mundo De Dor
02. Apenas Um Psicopata
03. Onde O Diabo Chorou
04. Circo Da Fé
05. Aquilo Que Não Deveria Existir
06. O Ultimo A Sair Do Bar
07. Sem Salvação
08. O Monstro Voltou
09. Condenado A Vagar
10. Quebrando A Lei Em '96


Sem dúvida alguma o Zumbis do Espaço é a maior banda de horror punk do Brasil, formada em 1996 a banda foi cada vez mais conquistando fãs por todo o país, com seu som rápido, pesado e com letras totalmente inspiradas em filmes clássicos do terror, ficção científica e quadrinhos do gênero, e devido a isso a banda ficou conhecida como os Misfits brasileiro, porém não concordo muito, mesmo que o som da banda seja um horror punk dos bons, elles tem uma identidade própria, diferente de muitas bandas de horror punk que querem ser cópias dos Misfits.
A banda já lançou uns 8 álbuns de estúdio com esse, e já estava há 3 anos sem lançar um álbum de inéditas, o último foi o fodástico  Destructus Maximus.
A principio a primeira coisa que chama atenção é a bela arte da ca, feita por Ed. Repka que já trabalhou com bandas como Megadeth e Municipal Waste, e a capa lembra bastante cartazes de filmes de terror e ficção da década de 50 ou 60.
As músicas são como sempre aquele punk rock clássico, mas com letras bem sinistras, e bem elaboradas para a temática que a banda sempre se propôs a fazer, é só conferir faixas como Mundo De Dor, Apenas Um Psicopata ou Aquilo Que Não Deveria Existir, mas também a banda aborda um ótima crítica sobre como a reliao manipula as pessoas na música Circo Da Fé, criticando principalmente esses pastores ladrões que roubam seus fiéis na TV, o disco ainda termina com a música Quebrando A Lei Em '96 que conta um pouco sobre os primórdios da banda, e ainda tem a faixa bônus secreta Eu Sei onde Você Mora.
Enfim na minha opinião mais um grande disco para bela discografia do Zumbis, e que inclusive pode colocar Nós Viemos em Paz como um de seus melhores trabalhos.






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Alice Cooper - From The Inside 1978


Tracklist:
01. From the Inside
02. Wish I Were Born in Beverly Hills
03. The Quiet Room
04. Nurse Rozetta
05. Millie and Billie
06. Serious
07. How You Gonna See Me Now
08. For Veronica’s Sake
09. Jackknife Johnny
10. Inmates (We’re All Crazy)
Agora um pouco de clássico no blog, pra ver da uma animada. Hoje trago a vocês um dos melhores disco da Tia Alice, From The Inside lançado apos a saída dele de uma clinica de recuperação, por causa do alcoolismo, e nesse álbum ele conta experiências vividas na clinica, em suas letras pode-se imaginar o que ele passou, falando inclusive em suicídio em The Quiet Room, mas apesar desse momento difícil, ele superou-se e lançou esse ótimo disco, que tem outras musicas marcante como no caso da From the Inside, que inicia o disco, falando de sua internação, Serious que fala de sua vida de excesso, no caso o alcoolismo, Nurse Rozetta que fala de uma enfermeira que seria enviada por Satã é sem dúvida a melhor do álbum junto com bastante conhecida How You Gonna See Me Now, uma musica linda e triste ao mesmo tempo, um clássico absoluto.
Um disco que todo amante de Rock n' Roll tem que ter em sua coleção, na minha opinião um disco que esta no mesmo patamar dos grandes clássicos da Tia Alice e vale muito a pena escutar.


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sábado, 9 de março de 2013

Kotipelto & Liimatainen - Blackoustic - 2012


Tracklist:
01. Sleep Well ( Kotipelto's solo)
02. Out In The Fields (Gary Moore cover)
03. Black Diamond (Stratovarius cover)
04. My Selene (Sonata Arctica cover)
05. Behind Blue Eyes (The Who cover)
06. Hunting High And Low (Stratovarius cover)
07. Where My Rainbow Ends
08. Speed Of Light (Stratovarius cover)
09. Perfect Strangers (Deep Purple cover)
10. Coming Home (Stratovarius cover)
11. Serenity (Kotipelto's solo)
12. Rainbow Eyes (Rainbow cover)
13. Karjalan Kunnailla (On the Hills of Karjala) ( Música tradicional finlandesa)


Quem curte Power Metal com certeza conhece esses dois caras, Timo Kotipelto vocalista do Stratovarius e Jani Liimatainen ex guitarrista do Sonata Arctica, e atualmente guitarrista do Cain's Offering , quem me conhece sabe que não sou muito chegado no Power Metal melódico, porém oque esses caras fizeram aqui foi algo um pouco diferente do que fazem em suas respectivas bandas, eles fizeram um álbum totalmente acústico, e as músicas ficaram sensacionais.
A ideia inicial era apenas fazer alguns shows, mas os fãs gostaram tanto que pediram para que eles gravassem um disco, os músicos gostaram da ideia, que inicialmente era lançar o álbum por conta propria e vender nos shows, mas decidiram trabalhar com a gravadora earMUSIC/Edel.
Oálbum foi lançado em outubro do ano passado,aqui a dupla interpreta alguns clássicos do Rock, como Deep Purple, The Who e Rainbow, além de clássicos de suas bandas como Stratovarius e Sonata Arctica, além de canções da carreira solo de Timo Kotipelto, uma música inedita composta por  Jani Liimatainen que é a "Where My Rainbow Ends" e também uma canção tradicional finlandesa que encerra o álbum.
As músicas realmente ficaram fantásticas, com melodias bem agradáveis, desde os belos acordes de Jani, até a técnica vocal de Kotipelto, que se aliam perfeitamente. O disco apesar de ter versões de músicas bem rápidas com Speed of Light, é um álbum bem tranquilo, pra ouvir pra relaxar, enfim confiram aí que vale a pena!








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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Facção Caipira - Facção Caipira 2012

Tracklist:
01 - JJF
02 - Chocolate Amargo
03 - Hoje
04 - Insight
05 - Etiqueta
06 - Blues pra Lá de Rock n’ Roll
07 - Blues Brasileiro Foragido Americano (Ao Vivo Theatro Municipal Niterói)
08 - Maluco Doido (Ao Vivo Theatro Municipal Niterói)
 
Como faz muito tempo que não postamos nada nacional, hoje trago a vocês essa excelente banda de Niterói/RJ. Fundada em 2009, o objetivo deles era criar uma banda para tocar o que eles gostam do jeito que quiser, A banda, apesar de pouco tempo de estrada já participou de vários eventos grandes no Rio de Janeiro, um deles foi no Teatro Municipal de Niterói, além de vencer os prêmios de melhor interprete, instrumentista, musica e banda no Festival Som na UFF 2012. Vamos falar um pouco do disco, o EP Facção Caipira, lançado no ano passado, faz um, como a propria banda diz, Blues Brasileiro Foragido Americano, porque aqui eles trazem toda a essência do Blues, misturando com Coutry e muito Rock n' Roll, fazendo do Facção caipira uma das melhores revelações dos últimos anos, na minha opinião.
Se querem escutar músicas de qualidade e o melhor, nacional, ai está uma ótima banda pra se escutar, pois essa banda sim tem um futuro grande pela frente.


Mais Informação:

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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Hatebreed - The Divinity Of Purpose (2013)



Tracklist:
01. Put It to the Torch
02. Honor Never Dies
03. Own Your World
04. The Language
05. Before the Fitht Ends You
06. Indivisible
07. Dead Man Breathing
08. The Divinity of Purpose
09. Nothing Scars Me
10. Bitter Truth
11. Boundless (Time to Murder It)
12. Idolized and Vilified

Apesar de não curtir muito bandas mais pesadas, no Hardcore as banda que eu mais gosto são, por ironia do destino, as bandas do movimento NYHC, que pra quem conhece o gênero sabe que é o tipo de Hardcore mais agressivo, e uma das banda que mais gosto é o Hatebreed, uma banda que faz Hardcore com muito de Thrash Metal em seu som.
The Divinity of Purpose é o seu mais recente disco, lançado no começo do ano, e já os colocam como um dos prováveis álbum das top 10 de melhores de 2013, eu ate o momento os colocaria, pois os que se encontra aqui é puro NYHC. Desde o inicio da banda eles nunca desagradaram seu fãs com algum álbum fraco, sempre mantendo a mesma postura Hc, e aqui não é diferente, o disco já começa com uma paulada, Put It to the Torch, rápida e agressiva, ela apenas inicia esse excelente disco, logo em seguida vem outra musica incrivel, Honor Never Dies, a melhor do disco na minha opinião, e por esse caminho o disco se mantem, agressivo e raivoso.
Os riffs são ótimos, com bastante peso e bem trabalhados, beirando ao Thrash Metal, a cozinha vem bem ao estilo HC, com a bateria matadora e um baixo presente, os refrões estão animais, depois que entram em sua cabeça não saem mais (até rimou).
Por fim, se você quer escutar Hardcore de verdade, aqui está uma das melhores bandas dos estilo, aproveitem.



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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Virtue - We Stand to Fight - 1985 (Single)

 Tracklist:
High Treason
We Stand to Fight

Fazia tempo que eu não postava nada no blog, então pra não passar mais um dia em branco resolvi postar algo, nem que fosse algo curto, como é o caso desse single, mas não pensem que se trata de um single qualquer, isso aqui é um raridade obscura da NWOBHM , lançada pela banda Virtue que foi formada em 1981 em Oxford na Inglaterra. A banda tinha em sua formação os irmãos Mat Sheldon (guitarra) e Tudor Sheldon (vocal) , além de Boz Beast (guitarra) , Darren Prothero (baixo) e Simon Wlaters (bateria) , não se sabe porque mas apesar de ter sido formada em 1981 quando a NWOBHM estava no auge, os caras não conseguiram lançar nada, e só 1985 onde o movimento já tinha entrado em decadência, aliás o Virtue apesar de ser uma banda muito talentosa, nunca chegou a lançar um disco completo, tendo lançado além desse single, uma demo em 1987.
Não sou de postar singles no blog, a não ser que alguma banda me peça pra postar, mas We Stand to Fight apesar de não ser original me surpreendeu positivamente, eu me pergunto como que esses caras não conseguiram um sucesso maior, talvez por terem começado tarde na NWOBHM, se tivessem gravado algo um ou dois anos antes talvez teriam mais sorte, porque competencia nesse pequeno single, eles mostraram que tinham, a música High Treason, mostra uma típica canção de Heavy Metal oitentista, realmente muito boa desde os riffs e os solos, mas We Stand to Fight, na minha opinião é uma das melhores músicas de Heavy Metal que já ouvi, não deve em nada para bandas como Saxon ou Iron Maiden, tem um duo de guitarra muito foda, riffs marcantes, e um solo espetacular, uma música viciante, escutem e tirem suas conclusões. Depois eu vou ver se conssigo a demo pra postar pra vocês.


 

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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Wanda Jackson - Queen Of Rockabilly 2000


Tracklist:
01. Baby Loves Him - 1:59
02. Mean Mean Man - 2:10
03. Fujiyama Mama - 2:12
04. Cool Love - 2:15
05. Honey Bop - 2:11
06. I Gotta Know - 2:27
07. Let's Have A Party - 2:07
08. Money Honey - 2:12
09. Long Tall Sally - 1:56
10. Hot Dog! That Made Him Mad - 2:37
11. Searchin' - 2:50
12. Savin' My Love - 2:06
13. Kansas City - 2:44
14. Hard Headed Woman - 1:56
15. Tunnel Of Love - 2:06
16. My Baby Left Me - 2:10
17. Sticks And Stones - 2:08
18. Who Shot Sam? - 2:19
19. There's A Party Goin' On - 2:01
20. Brown Eyed Handsome Man - 2:13
21. You Don't Know Baby - 2:45
22. Tongue Tied - 2:19
23. Riot In Cell Block #9 - 2:27
24. Slippin' And Slidin' - 2:08
25. Fallin' - 2:49
26. Rip It Up - 2:13
27. Rock Your Baby - 1:42
28. Whole Lotta Shakin' Goin' On - 2:41
29. Honey Don't - 2:11
30. Man, We Had A Party - 1:57

Pra variar um pouco, vamos a um som um pouquinho antigo, Wanda Jackson, talvez poucos tenha ouvido falar dela, mas junto com Chuck Berry, Jerry Lee Lewis, Fats Domino, Little Richard, Elvis Presley, Bill Haley entre outros, começaram o que hoje nos chamamos de rock n' roll, Wanda Jackson mostrou para todo mundo que não apenas marmanjos poderiam tocar aquele novo estilo musical que tinha acabado de surgir, e com músicas envolventes, em meados dos anos 50 ela mostrou para todos que aquele tal gênero, que pra muitos não duraria uma semana, poderia se apreciado por todos, sendo branco, negro, gordo, magro ou até mesmo homem ou mulher.
Wanda Jackson nasceu em Oklahoma, EUA, em 1937 conhecida como "A Primeira Dama (ou Rainha) do Rockabilly", nos anos 2000 lançaram a coletania Queen Of Rockabilly, com os seus maiores sucessos, apesar de não gostar muito de postar coletanias, acho que dessa vez seja valido, pois serve pra conhecer melhor o trabalho dessa grande artista, e essa coletania mostra todo o seu talento, com belas canções, ela mostra todo o seu talento vocal, uma voz rouca que lembra Janis Joplin, mas claro sem o mesmo talento, apesar de talentosa, com toda a energia e clima do Rockabilly.
Apesar de conter trinta musicas, o álbum rola em apenas uma hora e dez minutos de audição, e as que se destacaram mais pra mim, apesar de um mar de musicas, foram Mean Mean Man, Fujiyama Mama, Hard Headed Woman, Tunnel Of Love, Brown Eyed Handsome Man, Tongue Tied, There's A Party Goin' On, Slippin' And Slidin', Fallin' e Whole Lotta Shakin' Goin' On, um dos pontos fracos do álbum são que algumas músicas se parecem muito uma com a outra, mas mesmo assim continua mantendo a qualidade, mas acaba se tornando um pouco enjoativo, por se repetir muito, mas fale apena conhecer, até porque aqui é um dos primórdios do rock n' roll, e pra quem gosta de rockabilly ou musicas dos anos 50/60 ta ai uma boa dica.



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