domingo, 9 de junho de 2013

Black Sabbath - 13 2013


Tracklist:
1. End Of The Beginning
2. God Is Dead?
3. Loner
4. Zeitgeist
5. Age Of Reason
6. Live Forever
7. Damaged Soul
8. Dear Father

Pra quem ficou com um pé atras com a volta do Black Sabbath, sem a presença do lendario baterista Bill Ward, pode se animar pois Brad Wilk deu conta do recado, é claro que ele não é Bill Ward, porém fez um trabalho grandioso, assim como é esse novo disco do rei do Metal, Black Sabbath.
Depois de 35 anos, o trio Ozzy Osbourne, Tony Iommi e Geezer Butler voltam a lançar um disco juntos com o Black Sabbath, infelizmente sem a presença de Bill Ward que foi muito bem substituído por Brad Wilk. 13 é um disco que te prende desde a primeira musica, e quando menos se espera o disco já acabou de tão boa que é, eu já perdi as contas de quantas vezes já escutei-o. A sonoridade do disco é puramente Sabbathica, com riffs incríveis do deus do riff Iommi, uma cozinha incrivel do Geezer Butler com Brad Wilk, e a voz inconfundível de Ozzy.
O disco começa com End Of The Beginning, uma musica de oito minutos que acaba rapidamente, com um otimo riff inicial bem cadenciado, seguido por outro otimo riff mais agitado dando mais rapidez a musica, alem de dois otimos solos, logo em seguida vem a God Is Dead?, outra musica longa, de quse nove minutos só que mais cadenciada e tão boa quanto a primeira, até que chega, na minha opinião, a melhor música do álbum, Loner, uma música repleta de riffs, com uma otima cozinha, uma música que só o Black Sabbath seria
capaz de fazer, Zeitgeist é a Planet Caravan do disco, muito semelhante as duas canções, entretanto a Zeitgeist tem um levada mais folk que Planet Caravan,  Age Of Reason é outra que está entre as minhas favoritas do disco, com Brad Wilk tocando muito, Liver Forever é mais uma que começa com um ótimo riff do mestre Iommi, alem que tem a filosofagem de Ozzy com a frase I don't want to live forever, but I don't want to die (Eu não quero viver para sempre, mas eu não quero morrer), Damaged Soul outra musica espetacular, remetendo um duelo entre Satã e Deus, Dear Father uma exelente musica com mais um ótimo riff, uma bela cozinha e assim terminando o disco com trovoes e um sino de fundo, quando você pensa que acabou totalmente eles nos brinda com mais três musicas bônus, finalizando de vez esse extraordinário disco, que se for o fim de um ciclo, esse foi muitíssimo bem finalizado.



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terça-feira, 4 de junho de 2013

Megadeth - Super Collider (2013)



Antes tarde do que nunca, mas serei franco! Era melhor que o tarde, nunca chegasse, tudo porque o álbum em questão me deixou completamente decepcionado, talvez por se trata da minha banda preferida eu acabe depositando expectativas demais em cima do Megadeth. Banda está que tinha tudo para lançar um novo Endgame já que vinha com a mesma formação de TH1RT3EN, e ainda contava com a motivação de se trabalhar para um selo novo e com a participação de uma série de convidados, responsáveis pela presença de trompete, violino e gaitas de fole nas músicas (embora seja mais do que sutil), além de David Draiman, vocalista do Disturbed/Device. E com isso a banda tentou fazer algo diferente sem abrir mão da veia Thrash resultado, NÃO FICOU LEGAL! “Kingmaker” inicia o álbum com o típico thrash e heavy metal, característica do Megadeth que soa muito inferior, grande parte pelas linhas vocais que deixam uma sensação de que a faixa simplesmente não chegará a nenhum lugar, “Off The Edge” se revela uma das mais pobres composições da carreira do Megadeth, superando musicas do álbum Risk. A melhor faixa do álbum fica por conta de “Cold Sweat” por se tratar de um belo cover do Thin Lizzy. Moral da história desde a volta do Megadeth em 2003 a banda vem lançando álbuns com composições repetitivas. E Super Collider, é um trabalho sem identidade, e com várias músicas sem o menor propósito de existência além de preencher lacunas no tracklist. As letras se mostram simplistas, sem nenhuma mensagem, bem diferentes do que já foi feito anteriormente. Acho que está na hora de mestre Dave repensar o futuro da banda. E se a resenha deste álbum também não ficou boa, me desculpem, mas o álbum não merece muito mais do que isso.





01. Kingmaker
02. Super Collider
03. Burn!
04. Built for War
05. Off the Edge
06. Dance in the Rain
07. Beginning of Sorrow
08. The Blackest Crow
09. Forget to Remember
10. Don’t Turn Your Back…
11. Cold Sweat (Thin Lizzy cover)

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Ghost - Infestissumam

http://www.thesleepingshaman.com/wp-content/uploads/2013/02/Ghost-Infestissumam-Artwork.jpg



http://wac.450f.edgecastcdn.net/80450F/loudwire.com/files/2013/02/Ghost-B.C.1.jpgEstou muito curioso para ver como vai ser a apresentadão dos inigmaticos integrantes do Ghost no Rock in Rio, e para aumentar ainda mais minhas expectativas foi lançado esta semana o Infestissumam, 2º álbum desta banda oriunda da suécia (sim a suécia caminha para se tornar uma maquina de bandas fodasticas) a banda que havia nos dado uma amostra de como seria o álum com Secular Haze, não me agradou, por isso torci para que o álbum tivesse uma pegada diferente com vocais bem melodiosos e agradáveis aos ouvidos, guitarras sabbathicas em riffs e solos simples e pesados, mas que esbanjam melodias, baixo e bateria coesos e bem pesados, e sinistros teclados que ajudam a dar a aura soturna e climática ao trabalho do GHOST. Mais coesão em termos de peso, mas ao mesmo tempo, um som mais limpo, mas vemos que a banda ainda está focada na mesma fórmula de antes, com algumas evoluções aqui e ali, mas mesmo assim, o trabalho é "ame ou odeie", não há meio termo. Após a intro que dá nome ao disco, entra a áspera e bela 'Per Aspera Ad Inferi', uma faixa dura e de andamento moderado, com um excelente refrão, com riffs bem secos e arrepiantes, belas vocalizações, baixo evidente e mostrando serviço; a já conhecida e fundamental 'Secular Haze' com uma sonoridade mais voltada aos anos 70 'Jigolo Har Megiddo', onde o baixo rouba a cena; a surpreendeste e satânica 'Year Zero', com um clima mais soturno devido a maior evidencia dos teclados e vocalizações trabalhadas com belos corais, ótimos teclados e base rítmica pesada; a irônica 'Idolatrine'; e a pesada 'Depth of Satan's Eyes', bem climática e com um andamento não tão lento, sendo uma canção mais elaborada.


01. Infestissumam
02. Per Aspera Ad Inferi
03. Secular Haze
04. Jigolo Har Megiddo
05. Ghuleh / Zombie Queen
06. Year Zero
07. Idolatrine
08. Body and Blood
09. Depth of Satan's Eyes
10. Monstrance Clock

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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Cangaço - Rastros - 2013

Tracklist:
01. Atrito
02. Cantar às Excelências das Armas Brancas
03. Arcabuzado
04. Bombardeio no Ceará
05. Encarnação
06. Mental
07. Statu Variabilis
08. Corpus Alienum
09. Devices of Astral

Quem acompanha a cena metálica nacional, provavelmente já deve ter ouvido falar do Cangaço, banda que tem um som peculiar que mistura todo o peso e brutalidade do Death Metal, com influências da música regional nordestina, inclusive já postei o EP Positivo, da banda que foi muito bem recebido pelos fãs e pela crítica.
Apesar da banda já ter um certo reconhecimento no país, Rastros é apenas o primeiro álbum completo dos caras, que só tinham demos e o Ep Positivo, mas a proposta da banda é a mesma, ou seja muito peso, com bateria cheia de blast beats, baixo bem pesado e no talo, além de riffs poderosíssimos, mas tudo aliado a uma técnica absurda, e com muita influencia da musica regional, que dá um toque a mais, e deixa o som bem original,ou seja quem conhece a banda tem tudo aquilo que tinha no EP,o único diferencial é que também tem algumas letras em inglês.
As letras também merece destaque, pois também abordam temas regionais, inclusive tendo "Cantar às Excelências das Armas Brancas" um poema de um cangaceiro chamado Pedro da Santa Fé , além de trechos de um poema do pernambucano João Cabral de Mel, na faixa "Arcabuzado".
A produção do álbum também merece ser ressautada, pois deixou de forma bem cristalina o instrumental do trio, dando pra ouvir tudo numa boa, além dos vocais.
Enfim vale muito a pena conferir, vou deixar nos comentários um link com as músicas em wma como é de  costume, mas também vou deixar um link do site dos caras, onde eles disponibilizam pra download um arquivo com mais qualidade.




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Down - Down IV Part 1 - The Purple (EP) 2012


Tracklist:
1. Levitation 04:58
2. Witchtripper 03:49
3. Open Coffins 05:43
4. The Curse Is a Lie 06:00
5. This Work Is Timeless 03:43
6. Misfortune Teller 09:05

Todos nos sabemos do talento de Phil Anselmo e de tudo que ele já fez para o metal, e esse EP é uma prova viva de que ainda ele tem muita lenha para queimar, pois talento sobra. Além de Phil Anselmo nos vocais, a tropa é formada por Pepper Keenan (guitarra), Kirk Windstein (guitarra), Patrick Bruders (baixo), Big Ross (teclado) e Jimmy Bower (bateria).
Esse é o primeiro de quatro EPs prometidos pela banda, e depois de cinco anos sem lançar nada novo, podemos dizer que voltaram com músicas sensacionais, se ficassem apenas nesse já seria otimo, mas como ainda tem mais três eps a serem lançados por eles, a ansiedade para escuta-los só aumenta. A banda tinham no inicio, em 1995, o objetivo de fazer um som proximo do que o Black Sabbath fez, e podemos dizer que nesse periodo, o Down não chegou a ser um Sabbath, mas conquistou muitos fãs pela qualidade de suas musicas, mas que depois do The Purple e irão conquistar muito mais fas, pois o som que eles fizeram aqui ficou sensacional, ficando acima de todos os lançamentos do down até agora.


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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Wulfhook - Sacrifice (Demo 2012)


Tracklist:
01 Bridge Burner
02 Eternal
03 Sacrifice
04 Tormentor

Mais uma banda que envia seu material para nós, dessa vez uma dos Estados Unidos, da cidade de Detroit, é uma banda formada recentemente em 2009, até agora não lançou nenhum full lenght, mas já lançou três demos, sedo a primeira em 2011, essa demo Sacrifice que eles nos enviaram foi lançada no ano passado.
Logo pela capa, aqueles que são fãs de Heavy Metal oitentista já deve ter notado que essa é a sonoridade da banda, e realmente é, os caras incorporam e muito bem elementos da década de oitenta, fazendo um metal bem poderoso que nos remete bandas clássicas do gênero, como Judas Pirest, Mercyful Fate e Iron Maiden por exemplo.
Apesar de ser uma banda bem nova, Wulfhook já tocou com bandas como Warbringer, Lazarus A.D., Diamond Plate, e Accept, ou seja experiência os caras estão adquirindo e de uma forma que tem muito a engrandecer ainda mais o seu som.
Enfim, pra quem curte metal no seu mais puro estado, aí vai uma bela dica, espero que os caras lancem um disco completo em breve.
Nos comentários segue o link da demo, também vou deixar aí pra vocês os links do Facebook e do Reverbnation da banda.

Facebook:
http://www.facebook.com/WulfhookBand

Reverbnation:
http://www.reverbnation.com/Wulfhook





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terça-feira, 16 de abril de 2013

Volbeat - Outlaw Gentleman And Shady Ladies - 2013


Tracklist:
01 – Let’s Shake Some Dust
02 – Pearl Hart
03 – The Nameless One
04 – Dead But Rising
05 – Cape Of Our Hero
06 – Room 24
07 – The Hangman’s Body Count
08 – My Body
09 – Lola Montez
10 – Black Bart
11 – Lonesome Rider
12 – The Sinner Is You
13 – Doc Holliday
14 – Our Loved Ones
Bonus:
Ecotone
Lola Montez [Harp Version]
7 Shots [Live From Wacken 2012]
Evelyn [Live From Wacken 2012]
Evelyn [2010 Demo]


Das banda mais atuais, uma das que mais curto é o Volbeat, acho interessante o som dos caras, tem uma sonoridade própria e de toda a sua discografia até agora não ouvi um disco que me desagradasse, conheci e banda desde 2011 e das bandas novas que estão surgindo na minha opinião é uma das poucas que tem uma carreira regular sempre lançando coisas boas.
Depois de três anos sem lançar nenhum disco de inéditas o Volbeat volta com seu quinto álbum de estúdio, e com uma cara nova na banda, que é o guitarrista Rob Caggiano que a princípio iria produzir o disco e fazer alguns solos, já que a banda tinha dispensado o seu guitarrista Thomas Bredahl em 2011, só que Rob Caggiano acabou se juntando à banda, e deixando sua antiga banda o Anthrax, espero que ele tenha sucesso no Volbeat, já que a banda vinha sempre contando com guitarristas convidados como Hank Shermann do Mercyful Fate.
Eu particularmente curti muito esse disco, não ficou tão bom quanto o anterior Beyond Hell/Above Heaven de 2010, mas mostrou que a banda continua mantendo a mesma pegada, inclusive com as mesmas características, que a mistura de Heavy Metal com country, rockabilly, e um pouco de punk também. Outra coisa que chamou a atenção foi a evolução dos solos de guitarra, talvez isso se remete a entrada de Caggiano na banda.Outra coisa que vale destacar é a bela participação de King Diamond na faixa Room 24 que onde ele foi co-autor, e ficou bem legal.
Enfim , ainda é cedo pra dizer se Outlaw Gentleman And Shady Ladies vai figurar entre os melhores do ano, mas é sempre bom ver bandas promissoras lançado algo novo, confiram.


 







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